sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meus trabalhos


A fase marajoara termina em torno de 1350, abandonada ou absorvida pelos novos migrantes, os aruãs, presentes na ilha na chegada dos europeus. A cerâmica marajoara pode ser conhecida por meio das grandes coleções do Museu Emílio Goeldi, em Belém; Museu Nacional, no Rio de Janeiro; Museu de Arqueologia e Etonologia da Universidade de São Paulo - MAE/USP, em São Paulo; além de museus fora do Brasil, como o American Museum of Natural History, em Nova York, e o Barbier - Mueller, em Genebra.

                                                                                                                      http://www.itaucultural.org.br


Deo Almeida


Desde 1982 me fascinou trabalhar com a cerâmica, molda-la me dá um enorme prazer. Aos 13 anos entrei em contato com a argila, desde de aí busquei aprender tudo que sobre a argila de vargea que é a encontrada na minha cidade, fiz cursos, participei de seminário no, no Pará, São Paulo, curitiba. Praticipei de escavações arqueológica na equipe da arqueóloga e Antropóloga Denise Shan. Em 2006, fui convidado para representar o Brasil na França,no evento "O ano do Brasil na França", voltei á França para uma exposição na cidade de Bressuire , norte do país. Participei de um projeto  de intercâmbio cultural em Nápolis , e em toda grande Nápolia - Itália. em 2007

Os Maracás , foi um grupo indígena que habitou a costa do Amapá . as margens do Rio Maracá. A urna maior encontrada tinha 72 cm , elas eram usadas em ritual de sepultamento secundário, onde só os ossos arrumados dentrodelas eram sepultados